Cidadania
Regras, direitos, deveres e democracia. Política sem partido, do jeito que criança entende.
R$ 9,90 · PDF para imprimir em casa · um caderno feito para cada idade.

Se isso acontece na sua casa, este caderno é para vocês
Cidadania começa na roda de brincadeira, quando a criança espera a vez. Depois vira votação do passeio da família, direitos e deveres, como nasce uma lei e, aos 16, o primeiro voto. Aqui não tem partido nem candidato. Tem o que todo cidadão precisa saber para conviver, discordar com respeito e participar.
- Seu filho acha que regra é só castigo.
- Não sabe quais são os direitos dele, nem os deveres.
- Repete o que ouve nas redes sem saber de onde veio.
- Aos 16, vai poder votar sem nunca ter conversado sobre isso.
8 atividades para 7 a 10 anos
Nesta idade, cidadania é conviver. É esperar a vez, cuidar do que é de todos e perceber que o outro também existe. Seu filho aprende isso olhando para você, muito antes de entender qualquer palavra difícil.
- A vez de cada umEsperar a vez é a primeira regra de convivência. É assim que a criança começa a entender que o outro também existe.
- As regrinhas da nossa casaRegras poucas, claras e repetidas dão segurança. A criança pequena aprende pela rotina, não pelo sermão.
- A casa é de todosVida prática, de Montessori: cuidar do ambiente junto com o adulto mostra que o espaço comum também é responsabilidade da criança.
- Meu, seu, nossoPiaget chamou de egocentrismo a fase em que a criança pequena vê o mundo só do próprio ponto de vista. Nomear o que é de cada um e o que é de todos ajuda a sair dela, aos poucos.
- Siga as regras da brincadeiraPara Vygotsky, toda brincadeira tem regras escondidas. Parar na estátua ou esperar o sinal para correr é o primeiro treino de seguir uma regra combinada.
- Mão dada na ruaO Código de Trânsito Brasileiro dá prioridade ao pedestre na faixa. Atravessar com a criança, narrando cada passo, é a primeira aula de regra que protege todo mundo.
- Quem cuida da nossa ruaVygotsky mostrou que a criança aprende na relação com as pessoas ao redor. Reconhecer quem trabalha para todos é o começo do respeito pelo que é público.
- Cada um de um jeitoA BNCC chama um dos campos de experiência da Educação Infantil de "O eu, o outro e o nós". Respeitar as diferenças começa por notar, com curiosidade, que cada pessoa é de um jeito.
Aos 4, 5 e 6 anos, a criança quer entender o porquê de tudo, inclusive das regras. É a idade de votar o passeio, ter uma tarefa fixa e descobrir que a rua, a praça e o planeta também são nossos. Explique o porquê de cada regra e deixe ela opinar. Opinar é o começo de participar. A palavra final continua sendo sua.
- A votação da famíliaVotar é a forma de decidir junto quando cada um quer uma coisa diferente. Dá para aprender isso escolhendo o passeio do fim de semana.
- Meu trabalho na casaDireitos vêm junto com deveres. Ter uma tarefa fixa mostra que a criança também faz parte da casa.
- Inventei um jogoPiaget observou crianças jogando bolinha de gude e viu que, com o tempo, elas entendem que a regra é um combinado do grupo, e não uma ordem que cai do céu.
- A roda de quem conversaA Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança diz que ela tem o direito de ser ouvida nos assuntos que a afetam. Isso começa em casa, na mesa do jantar.
- Mímica das profissõesPara Vygotsky, no faz de conta a criança experimenta papéis do mundo adulto. Imitar quem trabalha para a cidade mostra como uma pessoa depende da outra.
- A pracinha é de todosA BNCC, no campo "O eu, o outro e o nós", fala em cuidar dos espaços que dividimos com outras pessoas. O que é público é de todo mundo, então todo mundo cuida.
- Caça às rampasA Lei Brasileira de Inclusão garante que a cidade seja acessível para todos. Rampa, piso tátil e vaga reservada são direitos de quem precisa, e respeitar é dever de quem não precisa.
- Cada lixo no seu poteA Constituição diz que cuidar do meio ambiente é dever do poder público e de toda a coletividade. Separar o lixo em casa é a parte que cabe à família.
Dos 7 aos 10 anos, a criança já entende regra, justiça e voto, e adora ser detetive. É a hora de mostrar que a cidade funciona com leis, impostos e pessoas que trabalham para todos. Sem partido, sem nome de político. Só o que todo cidadão precisa saber.
- Quem manda no quê?No Brasil, o poder é dividido em três: quem faz as leis (Legislativo), quem governa (Executivo) e quem julga (Judiciário). Um vigia o outro.
- Meus direitos, meus deveresO Estatuto da Criança e do Adolescente, o ECA, garante direitos como estudar, brincar, ter saúde e ser protegido. Todo direito vem com responsabilidades.
- A Constituição da nossa casaA Constituição é a lei mais importante do país, e ela diz que todo o poder emana do povo. Na sua casa, as regras também podem nascer de um combinado de todos.
- Detetive do impostoPela Lei 12.741/2012, a nota fiscal precisa mostrar quanto do preço é imposto, em valor aproximado. É com esse dinheiro que se pagam a escola pública, o posto de saúde e a iluminação da rua.
- Detetive do bairroCidadania também é perceber o que não funciona e avisar quem pode resolver. A cidade tem responsáveis para cada problema, e a prefeitura tem canais de atendimento para ouvir o cidadão.
- O julgamento do Lobo MauA Constituição garante a todo acusado o direito de se defender. Por isso, num julgamento, alguém acusa, alguém defende e alguém decide, ouvindo os dois lados.
- Eleição do nome do mascotePela Constituição, o voto no Brasil é direto e secreto. Ninguém precisa contar em quem votou, e ninguém pode ser pressionado.
- Projeto do bemA Constituição diz que um dos objetivos do Brasil é construir uma sociedade livre, justa e solidária. Solidariedade não é só sentimento: é ação combinada.
Entre 11 e 14 anos, o senso de justiça fica afiado, e a sensação de injustiça também. É a idade de discutir regras injustas, maioria e minoria, dados pessoais e para onde vai o dinheiro público. Deixe discordar de você. Ouça até o fim, explique o seu porquê e decida. Discordar com argumento é treino de cidadania.
- Como nasce uma leiUma lei começa como projeto, é debatida, votada e sancionada. A lei que tirou o celular da sala de aula no Brasil passou por esse caminho em 2025.
- O grêmio da escolaO grêmio estudantil é o jeito de os alunos participarem das decisões da escola. É cidadania na prática, sem partido.
- Meus dados, minhas regrasA LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados, diz que os dados de crianças e adolescentes devem ser tratados no melhor interesse deles. Proteger os próprios dados é um direito e também um cuidado seu.
- A regra injustaKohlberg estudou como as pessoas raciocinam diante de dilemas morais. Um passo importante é entender que uma regra injusta se muda pelo caminho certo, e não só obedecendo calado ou quebrando escondido.
- O orçamento da cidadePela Constituição, o orçamento público é aprovado por lei todo ano. Na cidade, quem vota o orçamento são os vereadores. Todo dinheiro público tem limite, e cada escolha deixa outra de fora.
- Pergunte à prefeituraA Lei de Acesso à Informação garante que qualquer pessoa pode pedir informações públicas ao governo, sem precisar explicar o motivo. É um direito seu.
- Entrevista com quem serveServidor público é quem trabalha para a população: agente de saúde, professora, bombeiro, guarda municipal. Ouvir essas pessoas mostra como o serviço público funciona por dentro.
- A maioria pode tudo?Na democracia, a maioria decide, mas não pode tirar os direitos de ninguém. A Constituição protege os direitos fundamentais de um jeito que nem uma nova lei pode acabar com eles.
Dos 15 aos 17 anos, o jovem já pode tirar o título, votar e participar de verdade. Ele também está exposto a muita mensagem política nas redes. O papel da família não é dizer em quem votar. É ensinar a checar, a argumentar e a conhecer os próprios direitos.
- Meu voto aos 16No Brasil, o voto é facultativo aos 16 e aos 17 anos, pela Constituição. É a primeira chance de participar das escolhas do país.
- Debate com regrasNa democracia, a gente discorda de ideias, não ataca pessoas. Debater bem é ouvir, resumir o outro e só depois responder.
- Antes de encaminharBoato sobre eleição corre mais rápido do que a correção. O TSE mantém uma página oficial, a Fato ou Boato, para checar o que circula sobre o processo eleitoral.
- Lei que nasce do povoA Constituição permite que os próprios cidadãos apresentem um projeto de lei, com as assinaturas de uma parcela do eleitorado. A Lei da Ficha Limpa nasceu assim, de iniciativa popular.
- Direitos de quem é jovemO Estatuto da Juventude garante direitos a quem tem de 15 a 29 anos, como participar das decisões públicas. A Lei 12.933/2013 garante a meia-entrada para estudantes em eventos culturais e esportivos.
- A rede que protegeO ECA criou o Conselho Tutelar, um órgão da cidade encarregado de zelar pelos direitos de crianças e adolescentes. O Disque 100 recebe denúncias de violação de direitos humanos em todo o país.
- Uma tarde na CâmaraAs sessões da Câmara Municipal são públicas. Qualquer cidadão pode assistir e ver de perto como os vereadores discutem e votam os projetos da cidade.
- Liberdade de expressão tem limite?A Constituição garante a livre manifestação do pensamento, mas proíbe o anonimato e protege a honra e a imagem das pessoas. Liberdade de falar vem junto com responsabilidade pelo que se fala.

Boas teorias, do jeito que criança entende
Cada atividade conta de onde vem. E o Reloginho, o relógio da rotina, ajuda a família a achar a hora certa para cada uma.
- O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
- A Constituição Federal: os três poderes e o voto facultativo aos 16 e 17 anos.
- A lei que tirou o celular da sala de aula (Lei 15.100/2025), como exemplo de lei que nasce do debate.
- Debate com regras: discordar de ideias, não atacar pessoas.
Caderno Cidadania para 7 a 10 anos
Cidadania · 7 a 10 anos
- 8 atividades para a idade escolhida
- Rotina com o Reloginho, placar e certificado
- Imprima quantas vezes quiser
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Quero o caderno de 7 a 10 anosOs 7 temas · 7 a 10 anos
- Ler e escrever
- Economia e dinheiro
- Cidadania
- Ética e boas escolhas
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Antes de comprar
Por que um caderno para cada idade?
Porque o que funciona aos 3 anos não funciona aos 15. Cada caderno foi escrito para a fase da criança: a linguagem, o tempo de atenção e o tipo de atividade mudam.
Tenho filhos de idades diferentes. O que eu compro?
Um caderno para cada idade. Se quiser trabalhar todos os temas, o kit da idade sai mais em conta.
Preciso de impressora colorida?
Não. O caderno foi pensado para ficar bonito também em preto e branco.
Quanto tempo leva cada atividade?
De 10 minutos, para os pequenos, a 20 minutos, para os maiores. Uma por dia já basta.
Posso usar na escola?
O uso é pessoal da família. Para usar com uma turma, fale com o nosso atendimento sobre a licença para escolas.
