O problema não é o celular do seu filho. É o seu.
Criança não faz o que a gente fala. Faz o que a gente faz. Sete combinados que começam pelos adultos da casa.

Doeu? Em mim também doeu. Eu odeio hipocrisia. E percebi que estava cobrando das crianças um comportamento que eu mesma não tinha.
A gente pede para largar a tela enquanto responde mensagem. Manda ir dormir e fica rolando o feed na cama. Criança não faz o que a gente fala. Faz o que a gente faz.
Sete combinados que começam pelos adultos
- Celular fora da mesa. Na hora de comer, ninguém usa. Nem pai, nem mãe.
- Quarto sem tela à noite. Os aparelhos da casa dormem carregando na sala.
- Olho no olho. Quando seu filho falar com você, largue o celular e olhe para ele.
- Notificação sob controle. Desligue as que não são essenciais. Você vai se assustar com a paz.
- Filme é para ver o filme. Eu mesma tive que reaprender a assistir sem pegar o celular.
- Fale em voz alta o que está fazendo. "Estou respondendo a escola" é diferente de sumir na tela.
- Peça desculpas quando falhar. Você vai falhar. Assumir é o melhor exemplo.
Não é sobre perfeição
Meu celular é ferramenta de trabalho. Não dá para sumir com ele. Mas dá para mostrar para as meninas que quem manda no aparelho sou eu, e não o contrário.
E tem uma coisa que eu levo muito a sério: se tira a minha paz, é caro demais. Isso vale para cliente, para trabalho e para o celular também.
Viveu algo parecido em casa? Conte pra gente. A Clau pode responder em vídeo, sem identificar você.
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